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30/05/2007
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Endereços IP da Internet podem acabar em 2010?
28/05/2007 20:59
Mais uma vez, é soado o alarme sobre quando não haverá mais endereços IP disponíveis na Internet. Desta vez, há duas datas específicas previstas. O Relatório de Endereços IPv4 cita Abril ou Dezembro de 2010, dependendo da fonte usada na contagem.
A Autoridade de Números Voltados para a Internet (IANA) prevê a data mais recente. A organização gerencia endereços IPv4, mas não lida com endereços separados para provedores ou usuários finais. Já a Registradora Regional da Internet, grupo de vários órgãos regionais de distribuição de IPs, é levemente mais otimista, citando Dezembro de 2010 como data limite.
Nas duas previsões, no entanto, o tempo é próximo de três anos - um cenário preocupante. A ARIN, organização responsável por fornecer endereços IP na América do Norte, publicou uma resolução mostrando que apenas 19% dos possíveis endereços IPv4 estão disponíveis, enquanto 68% foram alocados e 13% são indisponíveis, além de promover o novo padrão IPv6. Há 4.3 bilhões de endereços IPv4 possíveis, enquanto o IPv6 apresenta 16 sextilhões (quatro bilhões vezes quatro bilhões) de possibilidades.
Há esforços para prolongar o uso do IPv4 para uma migração menos custosa para o IPv6, como conversão e duplicação de endereços, embora as medidas apenas atrasem o inevitável. Sam Masud, analista chefe de infra-estrutura da Frost & Sullivan, alertou no último ano sobre a falta de IPs em 2010, e classificou as previsões mais recentes como 'medonhas'.
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"É como um alarme de incêndio, o que significa que, se agirmos rapidamente, podemos reverter a situação", segundo Masud. "Mas a quantidade de dispositivos compatíveis apenas com IPv4, como celulares e outros dispositivos móveis, só tende a piorar o cenário".
Mais informações: InternetNews
http://www.baboo.com.br/msn/content.asp?z=188&id=28813
Escrito por Tomaz Passamani às 20:23:28
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25/05/2007
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AL fará intercâmbio de software livre
http://www.pnud.org.br/administracao/reportagens/index.php?id01=2688&lay=apu
Belo Horizonte, 23/05/2007 AL fará intercâmbio de software livre Rede virtual vai agrupar países da América Latina e Caribe para trocar programas gratuitos que facilitem as ações da administração pública Crédito: Governo do Mato Grosso/Divulgação
TALITA BEDINELLI da PrimaPagina
Uma rede formada por países da América Latina pretende intensificar, na administração pública, o uso de softwares livres (que não precisam de licença para uso). A iniciativa — que já conta com a participação de Brasil, Cuba, Venezuela, Colômbia e Uruguai — vai divulgar programas utilizados em algumas nações e auxiliar a adaptá-los para que possam ser implementados em outros locais. Os softwares ficarão disponíveis na internet, acessíveis a qualquer internauta.
A Rede Colaborativa de Software Livre e Aberto da América Latina e Caribe, como é chamada a iniciativa, começou a ser montada no fim de 2005, por meio de uma parceria entre o PNUD e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), que abriga o primeiro núcleo de coordenação do projeto. O acordo foi formalmente assinado na semana passada. “A rede vai trabalhar com software livre voltado para governança. Vai reunir a demanda de software dos países nessa área, ou seja, o que cada país está precisando, e o que eles podem oferecer”, diz Fausto dos Anjos Alvim, analista de programa da Unidade de Políticas Sociais do PNUD.
Os programas gratuitos serão disponibilizados para os outros interessados. A rede vai fornecer especialistas para fazer as adaptações nos softwares, de modo que eles atendam as necessidades de cada país. Para isso, o projeto contará inicialmente com US$ 200 mil, doados pelo escritório do PNUD de Nova York e pela UFMG. “Como o software é livre, não se compra nem vende. Mas é preciso que sejam feitas adaptações, e a verba serve para isso”, explica Alvim.
Até o momento, a rede é formada por representantes dos governos de Cuba, Brasil e Venezuela, uma organização não-governamental do Uruguai e outra da Colômbia. Três programas, todos do Brasil, foram compartilhados: um destinado a compras governamentais, outro que faz um inventário de máquinas relacionadas com a tecnologia da informação e outro que autentica com maior segurança documentos assinados por membros da administração pública. A participação dos países e o número de integrantes vai aumentar, esperam os organizadores.
A partir de junho, deverá entrar no ar um portal, que abrigará todos os programas disponibilizados pelos países. Qualquer interessado poderá acessá-los e baixar os arquivos gratuitamente, mas não poderá, inicialmente, inserir novos softwares sem a autorização dos organizadores.
Além da divulgação dos programas gratuitos já usados, a iniciativa tem como objetivo também fomentar a elaboração de novos, explica Wagner Meira Júnior, professor do departamento de Ciência da Computação da UFMG, que coordena o núcleo da universidade. “Há uma preocupação com as pequenas e médias empresas que atuam na área de software livre. Queremos incentivar que elas criem novos programas”, diz. “As demandas [dos governos] serão mapeadas para que essas empresas saibam quais as áreas desse mercado que estão vazias e onde podem investir”, completa o analista do PNUD.
Escrito por Tomaz Passamani às 06:47:57
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12/05/2007
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2° Workshop-Escola de Computação e Informação Quântica
2° Workshop-Escola de Computação e Informação Quântica 29, 30 e 31 de Outubro de 2007 • Auditórios da FIEP • Campina Grande, Paraíba Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas - IQUANTA Universidade Federal de Campina Grande - UFCG
http://www.dsc.ufcg.edu.br/~iquanta/weciq2007/home.html
Escrito por Tomaz Passamani às 12:22:29
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