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25/06/2007
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UEPB realizará 3º Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação
25-Jun-2007
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A UEPB realiza, nos dias 20 e 21 de agosto, o 3º Seminário Jogos Eletrônicos, Educação e Comunicação: Construindo Novas Trilhas.
O evento é coordenado pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa e da Coordenadoria Institucional de Programas Especiais da Instituição e tem como objetivo agregar, nacionalmente, esforços para potencializar este tema dentro do espaço acadêmico; fomentar os debates entre os pesquisadores e programadores de jogos eletrônicos; socializar as pesquisas que vem sendo desenvolvidas no Brasil em torno dos jogos eletrônicos, socializando assim, o potencial interativo desses elementos tecnológicos.
E, ainda: implementar a cultura dos games na sociedade contemporânea, apontando suas possibilidades pedagógicas e comunicacionais visando a criação de dispositivos para as demandas escolares; promover a interlocução, em diferentes atividades científicas, de especialistas locais e nacionais; além de consolidar intercâmbio científico entre universidades brasileiras.
Durante o evento serão realizadas conferências, mesas redondas, lançamentos de livros e games, palestras, mostra de jogos eletrônicos, apresentação de grupos de trabalhos e apresentações culturais.
A abertura será no dia 20 de agosto, às 9 horas, no Auditório do Departamento de Psicologia, Campus Universitário de Bodocongó, com a participação da reitora Marlene Alves. "UFF Jogos Eletrônicos: Entretenimento e Personalidade múltiplas" será o tema da conferência de abertura, ministrada pelo professor doutor Esteban Walter Clua. Outras informações: (83) 3315-3300 / 3333-1368.
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| http://www.paraiba.pb.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=23799&Itemid=2
Escrito por Tomaz Passamani às 18:16:55
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O Terceiro Muro - O Globo - 23/06/2007
O Brasil começou a ser construído pela força dos braços dos escravos, desenvolveu-se pela habilidade das mãos dos operários, mas só avançará com o toque competente dos dedos dos operadores no mundo digital. Essa migração dos braços dos escravos para os dedos dos operadores aconteceu exigindo uma crescente qualificação.
Ao escravo bastava a força; ao operário, força e algum treinamento. Mas os operadores atuais precisam de formação, qualificação e educação. A produção de açúcar, ouro e café consumia mão-de-obra e terra; a indústria exigia, além de mão-de-obra e recursos naturais, o capital-máquina. A produção do futuro vai exigir poucos recursos naturais, quase nenhuma mão-de-obra e muita ciência e tecnologia - elementos que compõem o capital-conhecimento. A passagem da escravidão para a liberdade exigiu a abolição; para a economia industrial com o trabalho livre do operário, foram necessários investimentos e treinamento; para a economia do conhecimento, vai ser preciso uma revolução educacional.
Não é possível formar o capital conhecimento sem boas universidades, e estas não surgirão em todo o seu potencial enquanto, no Brasil, apenas um terço da população jovem concluir o Ensino Médio, e com má qualidade.
Mas a elite brasileira ainda não entendeu a mudança em curso. Os conservadores, contentes com o atual estado das coisas, acham que basta o tempo para a economia crescer, nos mesmos padrões do capitalismo do século XX. Os chamados progressistas, descontentes com a realidade, acreditam que basta copiar os modelos e métodos do socialismo do século XIX. Os primeiros acham que não é preciso mudar, apenas seguir o rumo do passado. Os outros, que a mudança deve ser feita sem mudar o projeto e os conceitos herdados do passado. No tempo dos operadores digitais, ainda continuam acreditando que a vanguarda do progresso social está no proletariado da mão-de-obra dos operários, que estão se transformando em operadores ou em trabalhadores terceirizados e sem qualificação.
A libertação não está mais na economia nem na estatização, mas na educação e na distribuição do conhecimento. A utopia não é mais uma economia controlada pelo estado que distribui renda, mas um processo social que garanta a mesma chance a todos, e isso só se consegue com uma escola igual para todos: a escola do filho do pobre com a mesma qualidade da escola do filho do rico. Esse é o gesto revolucionário do século XXI. O único capaz de transformar operários em operadores, libertá-los das necessidades e derrubar o muro da desigualdade. Essa é a luta que substitui o objetivo da abolição, do século XIX, e do socialismo, no século XX.
Só a escola igual para todos, e com qualidade máxima, vai permitir que o Brasil derrube o muro da desigualdade, assegurando a mesma chance a cada brasileiro, e também o muro do atraso, avançando para uma economia do conhecimento.
Mas para derrubar esses dois muros, é preciso derrubar outro: o muro do atraso mental, da consciência atrasada, parada nos séculos XIX ou XX. A chamada esquerda tradicional se recusa a entender essa mudança na realidade e a defender esse novo conceito de revolução. Há uma razão classista, talvez subjetiva: a revolução na educação terá um efeito distributivo sobre a propriedade do conhecimento e, portanto, sobre o acesso aos privilégios que o saber assegura. Se a escola fosse boa para todos, muitos dos que já entraram na universidade teriam ficado de fora, superados pela educação da maioria, hoje excluída.
Tudo mudou, menos a luta de classes entre os que têm e os que não têm - não mais terra, como no tempo dos escravos; ou capital, como no tempo dos operários; mas conhecimento, nestes tempos de operadores. A revolução consiste em fazer uma educação capaz de transformar operários em operadores.
Mas a esquerda, representante da classe média, tornou-se política, social e ideologicamente conservadora, não derrubou o terceiro muro, e ainda se beneficia dele para proteger seus privilégios de classe dona do conhecimento. |
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http://www.cristovam.com.br/index.php?secao=secoes.php&sc=8&id=4037
Escrito por Tomaz Passamani às 13:28:05
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23/06/2007
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Os Desafios da Computação Quântica - LUIZ DAVIDOVICH
Módulo: Um Balanço das Ciências no Século XX Os Desafios da Computação Quântica Neste programa Luiz Davidovich procura mostrar os desafios da computação quântica a partir da introdução de noções básicas e não intuitivas da física e do mundo quântico. Ele explica também as tecnologias desenvolvidas nas mais diversas áreas científicas que servem como uma das motivações para o desenvolvimento da computação quântica. Luiz Davidovich: doutor em física pela Universidade de Rochester, EUA; professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro; membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Ciências do Terceiro Mundo, da qual recebeu o prêmio de física de 2001. Por suas realizações, recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico; é coordenador do Instituto do Milênio de Informação Quântica que reúne doze instituições de pesquisa no Brasil.
Informações Especiais: Curador: Rogério Cézar de Cerqueira Leite
Log On/Culturamarcas
Cor: Colorido Ano de Lançamento: 2006 Recomendação: livre Região do DVD: Multi-Região Formatos de Tela: FullScreen
http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=6&ProdId=1741682&ST=SR
Escrito por Tomaz Passamani às 12:47:38
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12/06/2007
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A economia do software livre
17 de maio de 2007
Software público, cooperativas, investimentos de prefeituras, sistemas embarcados, formação de consórcios. O mercado do código aberto dá sinais de aquecimento. Verônica Couto
Escrito por Tomaz Passamani às 19:27:36
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11/06/2007
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O Socialismo do Século XXI
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14181&editoria_id=4
A ESQUERDA EM DEBATE
O Socialismo do Século XXI
No segundo artigo da série sobre os desafios presentes e futuros da esquerda, o sociólogo Boaventura de Sousa Santos analisa o que poderia ser o "socialismo do século XXI". Para ele, não haverá socialismo e sim socialismos do século XXI.
Boaventura de Sousa Santos
O que de mais relevante está a acontecer a nível mundial, acontece à margem das teorias dominantes e, até, em contradição com elas. Há vinte anos, o pensamento político conservador declarou o fim da história, a chegada da paz perpétua dominada pelo desenvolvimento “normal” do capitalismo – em liberdade e para benefício de todos – finalmente liberto da concorrência do socialismo, lançado este irremediavelmente no lixo da história.
À revelia de todas estas previsões, houve, neste período, mais guerra que paz, as desigualdades sociais agravaram-se, a fome, as pandemias e a violência intensificaram-se, a China “desenvolveu-se” sem liberdade e mediante violações massivas dos direitos humanos e, finalmente, o socialismo voltou à agenda política de alguns países. Concentro-me neste último porque ele constitui um desafio tanto ao pensamento político conservador, como ao pensamento político progressista.
A ausência de alternativa ao capitalismo foi tão interiorizada por um como por outro. Daí que, no campo progressista, tenham dominado “terceiras vias”, buscando encontrar no capitalismo a solução dos problemas que o socialismo não soubera resolver.
Em 2005, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, colocou na agenda política o objectivo de construir o “socialismo do século XXI”. Desde então, dois outros governantes – tal como Chávez, democraticamente eleitos –, Evo Morales (Bolívia) e Rafael Correa (Equador), tomaram a mesma opção. Qual o significado deste aparente desmentido do fim da história? Qual o perfil da alternativa proposta ao capitalismo? Que potencialidades e riscos ela contém?
O socialismo reemerge porque o capitalismo neoliberal, não só não cumpriu as suas promessas, como tentou disfarçar esse facto com arrogância militar e cultural; porque a sua voracidade de recursos naturais o envolveu em guerras injustas e acabou por dar poder a alguns países que os detêm; porque Cuba – qualquer que seja a opinião a respeito do seu regime – continua a ser um exemplo de solidariedade internacional e de dignidade na resistência contra a superpotência; porque, desde 2001, o Fórum Social Mundial tem vindo a apontar para futuros pós-capitalistas, ainda que sem os definir; porque nesse processo ganharam força e visibilidade movimentos sociais, cujas lutas pela terra, pela água, pela soberania alimentar, pelo fim da dívida externa e das discriminações raciais e sexuais, pela identidade cultural e por uma sociedade justa e ecologicamente equilibrada parecem estar votadas ao fracasso no marco do capitalismo neoliberal.
O socialismo do séc. XXI, como o próprio nome indica, define-se, por enquanto, melhor pelo que não é do que pelo que é: não quer ser igual ao socialismo do séc. XX, cujos erros e fracassos não quer repetir. Não basta, porém, afirmar tal intenção. É preciso realizar um debate profundo sobre os erros e fracassos para que seja credível a vontade de evitá-los. Quando, em dezembro passado, o presidente Chávez anunciou o propósito de criar um partido socialista unificado a partir de diferentes partidos que apoiam o governo, o temor que tal gerou de, com isso, estar a propor um regime de partido único de tipo soviético, é bem demonstrativo de como estão vivas as memórias do passado recente.
Se tal desidentificação em relação ao socialismo do séc. XX for levada a cabo de maneira consequente, alguns dos seguintes traços da alternativa deverão emergir: um regime pacífico e democrático assente na complementaridade entre a democracia representativa e a democracia participativa; legitimidade da diversidade de opiniões, não havendo lugar para a figura sinistra do “inimigo do povo”; modo de produção menos assente na propriedade estatal dos meios de produção do que na associação de produtores; regime misto de propriedade onde coexistem a propriedade privada, estatal e colectiva (cooperativa); concorrência por um período prolongado entre a economia do egoísmo e a economia do altruísmo, digamos, entre Windows Microsoft e Linux; sistema que saiba competir com o capitalismo na geração de riqueza e lhe seja superior no respeito pela natureza e na justiça distributiva; nova forma de Estado experimental, mais descentralizada e transparente, de modo a facilitar o controle público do Estado e a criação de espaços públicos não estatais; reconhecimento da interculturalidade e da plurinacionalidade (onde for caso disso); luta permanente contra a corrupção e os privilégios decorrentes da burocracia ou da lealdade partidária; promoção da educação, dos conhecimentos (científicos e outros) e do fim das discriminações sexuais, raciais e religiosas como prioridades governativas.
Será tal alternativa possível? A questão está em aberto. Nas condições do tempo presente, parece mais difícil que nunca implantar o socialismo num só país, mas, por outro lado, não se imagina que o mesmo modelo se aplique em diferentes países. Não haverá, pois, socialismo e sim socialismos do séc. XXI. Terão em comum reconhecerem-se na definição de socialismo como democracia sem fim.
Escrito por Tomaz Passamani às 13:58:43
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Universidade democrática é meritocrática
https://grupos.ufrgs.br/pipermail/edp-53-l/attachments/20041116/fd7928b9/Univers-democrEmeritocr-0001.doc
LuiTENDÊNCIAS/DEBATES FSP 12 Nov 04
HERCH MOYSÉS NUSSENZVEIG
Às vésperas da remessa ao Congresso do projeto do MEC sobre reforma universitária, concepções equivocadas da relação entre democracia e universidade ameaçam o futuro das universidades públicas brasileiras. São exemplos as propostas de eleição direta de reitor e do sistema de quotas, incluídas no projeto, e a aceitação pelo MEC das pressões contra o "produtivismo" ao negociar com sindicatos docentes. Numa sociedade democrática, a educação deve dar igual oportunidade a todos para desenvolver plenamente suas aptidões, de forma compatível com o bem-estar da coletividade. Isso não significa "universidade para todos", entendendo por universidades instituições de ensino e pesquisa como nossas melhores universidades públicas. Uma boa formação universitária custa caro, especialmente em carreiras como medicina. Ensino universitário público "gratuito" e de qualidade tem de ser sustentado pelos contribuintes, com grande sacrifício num país como o nosso. A justificativa para isso só pode ser a extrema importância para o país de privilegiar tal tipo de formação. Daí decorre a necessidade imperiosa de empregar esse investimento da melhor forma possível: para ser democrática, a universidade pública tem de ser meritocrática. Isso vale para docentes, discentes e funcionários.
Concepções equivocadas da relação entre democracia e universidade ameaçam o futuro das universidades públicas brasileiras
Princípios análogos foram enunciados na França, em 1947, por Paul Langevin e Henri Wallon, constituindo o que foi chamado de "elitismo republicano". A "elite republicana" não é selecionada por critérios de fortuna ou étnicos, mas tão-somente pelo mérito. Como bem se pronunciou um estudante negro que não apelou para quotas na Uerj e foi preterido em benefício de outros com pontuação menor: "Para mim, faculdade é lugar de excelência, para quem tem mérito". Análises estatísticas rigorosas de políticas de ação afirmativa encontram-se na recente coletânea "Meritocracy and Economic Inequality", de que participaram os Prêmios Nobel de Economia Kenneth Arrow e Amartya Sen. Uma das recomendações é que se igualem as oportunidades educacionais para todos até a conclusão do ensino médio; daí por diante, deve prevalecer o princípio da não-discriminação. Igualar oportunidades educacionais significa não só disponibilizar ensino público de qualidade mas também fornecer assistência no ambiente familiar e comunitário, que influencia fortemente o desempenho educacional. Em relação às universidades, é altamente recomendável maximizar a diversidade do corpo discente, sem sacrificar a qualidade. "Universidade democrática" não significa, portanto, aquela em que docentes, discentes e funcionários elegem o reitor por voto paritário, em que há isonomia salarial entre todos os docentes da mesma categoria, independentemente de critérios "produtivistas" de desempenho, como pleiteiam sindicatos docentes. Esse "igualitarismo de fancaria", na expressão do grande matemático francês e corajoso militante de esquerda Laurent Schwartz, remete aos idos de maio de 1968, quando alguns experimentos desse gênero foram ensaiados e rapidamente malograram. A eleição direta e paritária de reitor seria uma singularidade brasileira: nenhum país, incluindo os de regime socialista, adota tal procedimento. A atual legislação para escolha, através de lista tríplice, já é burlada por "consultas amplas" em que se emulam as piores práticas da política partidária. Poderíamos adotar, isso sim, o procedimento civilizado de um comitê de busca, inclusive fora da universidade, a exemplo do que já se faz em institutos do Ministério da Ciência e Tecnologia. Para maximizar a eficiência de utilização das verbas públicas deve prevalecer, em todos os aspectos do funcionamento e gestão das universidades, a hierarquia do mérito e da excelência acadêmica, palavras que constituem anátema para as hostes sindicais. Igualmente execrados por elas são acompanhamento e avaliação externa permanentes, contrapartida "sine qua non" para uma responsável autonomia de gestão. O horror à avaliação externa é ilustrado pela repulsa à GED, gratificação que estabelecia uma distinção entre docentes com base no desempenho. A GED não foi atacada pelo que tinha de ruim -os critérios e procedimentos burocráticos empregados na avaliação-, mas pelos seus méritos, por ousar avaliar, recompensando o "produtivismo"! Outro sintoma da "avaliofobia" é a estabilização precoce e, na prática, permanente de docentes recém-contratados, sem julgamento criterioso, com predominância externa, do seu desempenho no curto período probatório. É também excepcional que se cumpra com rigor o acompanhamento externo indispensável para justificar a permanência no regime de dedicação exclusiva. Monteiro Lobato dizia: "Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil". A saúva das universidades públicas é o corporativismo personificado nos sindicatos docentes. Os muitos docentes dedicados e produtivos, que não têm tempo nem paciência para agüentar a politicagem e as manobras nas minguadas assembléias, não são representados por essas associações. Já é hora de nos livrarmos dessa praga.
Herch Moysés Nussenzveig, físico, é professor emérito da UFRJ e membro titular da Academia Brasileira de Ciências. Laureado com o prêmio Max Born da Optical Society of America, foi professor e pesquisador visitante do Instituto de Estudos Avançados de Princeton (EUA).
Escrito por Tomaz Passamani às 13:56:59
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08/06/2007
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Método Supera - Ginástica para o Cérebro
http://www.portaldofranchising.com.br/area.asp? A040_cod_area=10&A041_cod_conteudo=489
Inauguração do Método Supera na Paraíba
O Método Supera - Ginástica para o Cérebro inaugura unidade em João Pessoa - PB no início de março.
A empresa já possui franquias na região sudeste e chega agora ao nordeste. A unidade de João Pessoa - PB será inaugurada no dia 06 de março com a realização de um coquetel às 19 horas.
No mesmo dia será realizada a palestra sobre o SUPERA, ministrada pelo idealizador do Método, Antonio Carlos, e a exibição do vídeo institucional, que conta com o depoimento do professor da Universidade de São Paulo (USP) Luiz Barco sobre o ábaco.
O coquetel será realizado no próprio estabelecimento do SUPERA. Avenida Rui Carneiro, 830 - Miramar, esquina com Giacomo Porto. Telefone para confirmação: (83) 3268-5085 ou (83) 9127-9910.
A Franqueada SUPERA
Maria Betânia Pereira é a mais nova fraqueada do SUPERA.
Ela sempre sonhou em ter o seu próprio negócio e conheceu o SUPERA no site da Associação Brasileira de Franchising (ABF).
Escolheu o SUPERA por ser um "método inovador e por ajudar no complemento da educação e no desenvolvimento das pessoas, seja ela criança, jovem ou adulto". E afirma, "eu mesma pensei na hora em que navegava pelo site, se tivesse um filho faria de tudo para que ele tivesse esse diferencial. E ainda mais, que eu gostaria de ter esse diferencial, pois a cada dia o nível de informação se expande e para acompanhar tamanha evolução, precisamos encontrar novos meios ou métodos que nos auxiliem".
"Minhas expectativas são as melhores possíveis, tenho certeza que o público de João Pessoa vai entender a proposta do SUPERA e abraçar o método como um diferencial competitivo", conclui Maria Betânia.
A capacidade física da unidade em João Pessoa é de aproximadamente 300 alunos e com a rede franqueada deverá atender até 2.000 alunos.
O SUPERA
O Método Supera - Ginástica para o Cérebro, foi idealizado pelo Engenheiro Aeronáutico formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Antonio Carlos Guarini Perpétuo, após dois anos de estudo. Tem sede em São José dos Campos - SP, pólo industrial e tecnológico. É a primeira de curso livre na América Latina com a proposta de desenvolver o cérebro. A principal ferramenta do SUPERA é o ábaco, conhecido pelos japoneses como soroban.
O Método Supera não é um curso de conteúdo, mas um método próprio e eficaz desenvolvido a partir de exercícios de lógica e da prática de cálculos através do ábaco.
Tem a finalidade de potencializar a capacidade cognitiva das crianças, jovens, adultos e melhor idade. Aumentando, assim, a criatividade, concentração, foco, raciocínio lógico, segurança, auto- estima, perseverança, disciplina e coordenação motora.
É um método transformador e eficaz, que através de atividades extracurriculares amplia o interesse, a capacidade de absorção e retenção de todo conteúdo da grade curricular.
O curso tem duração de um a dois anos, dependendo da dedicação do aluno e é dividido em dez níveis. As aulas são ministradas uma vez por semana com duração de duas horas. Nos níveis avançados os alunos usam as habilidades adquiridas e, projetando um ábaco imaginário na mente, passam a fazer os cálculos mentalmente, trabalhando o lado criativo do cérebro.
O método é muito aceito por crianças, jovens e adultos, pois as aulas são dinâmicas e contagiantes. Já os inúmeros pedagogos e educadores que avaliaram o método o aprovaram com entusiasmo e o identificaram como algo realmente positivo para a educação brasileira. Os resultados surpreendentes apresentados pelos alunos só vêm confirmar a eficiência esperada do método.
Exercitando o Cérebro
Como um atleta que necessita exercitar os músculos, também o nosso cérebro necessita de exercícios. Sem essas atividades, como o músculo, o cérebro deixa de se desenvolver. Esse é o objetivo do Método Supera, fazer com que as pessoas exercitem o cérebro e aumentem a sua capacidade de aprendizado.
Escrito por Tomaz Passamani às 21:10:28
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